REVISÃO REVIEW

 

Que informações são necessárias para o conhecimento da situação de saúde do idoso?

 

The health status of the elderly population: what do we need to know?

 

 

Mônica RebouçasI; Siulmara Cristina GaleraII; Sílvia Regina Mendes PereiraIII; Maurício Gomes PereiraIV

IPró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gerontologia, Universidade Católica de Brasília. Campus II, quadra 916, Asa Norte. 70790-160 Brasília DF. monicareboucas@terra.com.br
IIUniversidade de Fortaleza (UNIFOR)
IIIUniversidade Unigranrio
IVUniversidade Católica de Brasília e Universidade de Brasília

 

 


RESUMO

O objetivo da pesquisa foi avaliar, por meio da Internet, os dados sobre a saúde da população idosa existentes no sistema de informações brasileiro e a sua correspondência com as estatísticas norte-americanas. Foram utilizados os indicadores norte-americanos da publicação Older Americans 2000: Key Indicators of Well-Being como parâmetro para busca de similares brasileiros. As bases de dados, assim como os instrumentos das pesquisas norte-americanos e brasileiros, são apresentadas. Os dados norte-americanos são provenientes do Supplement on Aging and Second Supplement on Aging; Health and Retirement Study; National Health Interview Survey e National Long Term Care Survey. Os dados brasileiros são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio realizada em 1998 e em 2003 e do Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos não transmissíveis de 2002-2003. Existe grande quantidade de informações brasileiras para acompanhar a população idosa do país pela Internet e, com poucas exceções, há correspondência de informações sobre idosos brasileiros e norte-americanos.

Palavras-chave: Envelhecimento, Indicadores de saúde, Idosos


ABSTRACT

The objective of this research was to evaluate the data on the health of the elderly population available in the Brazilian information system and their correspondence with the North American statistics using the Internet. The North American publication "Older Americans 2000: Key Indicators of Well-Being" was used as a standard. The databases and instruments used in the North American and Brazilian surveys are presented. The North American data are based on the Supplement on Aging and Second Supplement on Aging; Health and Retirement Study; National Health Interview Survey and National Long Term Care Survey. The Brazilian data were collected from the Mortality Information System; Information System of the National Program of Immunizations; National Household Sample Survey conducted in 1998 and 2003 and from the Household Survey on Risk Behavior and Morbidity from Not Transmissible Diseases of 2002-2003. There is a great number of Brazilian information about the aged population of the Country available in the Internet and with few exceptions the information on aged Brazilians corresponds to the information available about aged North Americans.

Key words: Aging, Aged, Health indicators, Elderly


 

 

Introdução

Brasileiros idosos constituem importante e crescente segmento da nossa população. Aspectos relacionados ao envelhecimento geram dados armazenados em múltiplas fontes, fazendo com que seja necessário congregá-los para produzir uma visão abrangente da situação. Um sistema com informações relevantes, de qualidade e de fácil acesso, é indicado para o conhecimento dos agregados humanos1. Existem, no Brasil, numerosas fontes de dados e uma rede de informações sobre saúde, em fase de organização, com informações disponibilizadas na Internet2, 3. Essas informações podem auxiliar a elaboração de estratégias e estabelecimento de metas para programas específicos direcionados à população que envelhece.

A confiabilidade da informação depende da fonte1. Alguns dados provêm de registros contínuos, dos formulários existentes em serviços e outros periódicos, dos instrumentos de pesquisa4. Dados oriundos de formulários de serviços apresentam numerosas limitações relacionadas, em especial, à forma de preenchimento e à cobertura populacional que alcançam. O seu uso para diagnósticos coletivos tende a apontar suas limitações e pode concorrer para melhorar a sua qualidade. Os inquéritos populacionais de saúde aplicam instrumentos que servem de melhor forma à constituição de indicadores, pois originam informação de melhor qualidade, assim como têm cobertura populacional especificada, o que permite generalizações5. Mas nem todos os problemas podem ser conhecidos somente por inquéritos. O conhecimento advém de uma mistura equilibrada de informações de serviços, de inquéritos e de outros estudos especiais.

Países com menores índices de desenvolvimento, como é o caso do Brasil, contam com quantidade de bases de dados semelhante às de países mais desenvolvidos; no entanto, a qualidade das informações é diferente5, 6. A dificuldade de acesso a determinadas regiões do país faz com que as informações brasileiras ainda tenham tendência a esclarecer sobre áreas mais favorecidas, não permitindo uma uniformidade do conhecimento de todas as regiões5, 6.

As críticas ao sistema brasileiro de informação sobre saúde são objeto de estudos e publicações que tendem a contribuir para seu aprimoramento5-7. A análise comparativa entre sistemas faz com que a qualidade das informações brasileiras venha aumentando progressivamente nos últimos anos7.

Sistemas de informações podem estar disponíveis, em larga escala, por meio da Internet. A rede virtual possibilita que as pessoas tenham acesso às informações antes restritas aos técnicos responsáveis pelos dados. Conseqüentemente, a população está cada vez mais informada, podendo acompanhar e participar da gestão de suas vidas, não só com foco na dimensão privada como também na pública8.

Pesquisas podem ser realizadas pela Internet e a comunidade pode ter acesso aos seus resultados também por esse meio, fazendo com que se desenvolva a democratização da informação. O pesquisador, de qualquer área de atuação, vem sendo um dos beneficiados com os avanços da comunicação por meio eletrônico8.

A pesquisa que agora relatamos teve origem em revisão narrativa da literatura com vistas a investigar experiências de diversos países no acompanhamento da sua população idosa3, 9-12. Para o relato do presente artigo, optou-se por escolher um país para termos de referência e confrontar os seus dados com os do Brasil. O país escolhido, os Estados Unidos, foi o que forneceu mais facilmente, na Internet, indicadores de saúde para idosos. O objetivo específico da pesquisa foi avaliar, por meio da Internet, os dados sobre a saúde da população idosa existentes no sistema de informações brasileiro e a sua correspondência com as estatísticas norte-americanas.

 

Método

A pesquisa tem delineamento descritivo, de cunho transversal, com base em dados secundários. Inicialmente, foram investigadas as bases de dados norte-americanas que deram origem aos indicadores, assim como os instrumentos de pesquisa utilizados para a construção desses indicadores. O trabalho aqui apresentado utilizou os indicadores citados no Older Americans 2000: Key Indicators of Well-Being como base teórica12. Treze deles foram analisados em detalhe. São os que caracterizam a saúde física do indivíduo idoso e pertencem aos subgrupos Health Status e Health Risks and Behaviors.

Concluídas as etapas relativas ao país de referência, o mesmo procedimento foi realizado em bases de dados brasileiras que fornecem indicadores de saúde. Os questionários de pesquisa foram igualmente pesquisados e seus conteúdos, estudados, de modo a fazer um paralelo entre os dois países.

Idoso é o individuo com 60 anos e mais de idade no Brasil13. Os dados norte-americanos referem-se à definição local, de 65 anos e mais de idade. A apresentação foi mantida nesses termos. Investigou-se a década de 1990, pois o fim do século XX constitui marco no envelhecimento mundial12. O ano 2000 foi tomado como referência. Os dados dizem respeito a essa data ou aos anos próximos.

Os aspectos utilizados como indicadores de saúde para acompanhamento da população idosa não possuem o mesmo significado nos diferentes idiomas. Devido a essa falta de correspondência exata entre as informações nos dois países, foram considerados indicadores semelhantes àqueles que apresentassem significados similares ou próximos. A busca de dados brasileiros foi ditada pela aproximação entre os conceitos, segundo a visão dos autores deste trabalho. Optou-se por não traduzir os termos utilizados. Eles estão citados em seu idioma original.

 

Resultados

A Tabela 1 revela a lista de 31 indicadores proposta, no ano 2000, nos Estados Unidos para o acompanhamento da população idosa e constitui-se em uma das possíveis respostas à questão: que informações são necessárias para o conhecimento da situação de saúde do idoso? Os indicadores norte-americanos estão divididos em cinco subgrupos, que se referem aos aspectos demográficos, econômicos, estado de saúde, doença, atividades de promoção da saúde e uso e acesso a serviços de saúde.

 

 

Os treze indicadores de saúde para o acompanhamento de idosos dos Estados Unidos, aqui investigados em detalhe, estão na Tabela 2. Na segunda coluna da mesma tabela estão listadas as bases de dados norte-americanas de onde são originados os indicadores. A última coluna traz as bases de dados brasileiras que podem fornecer indicadores semelhantes aos dos Estados Unidos. As duas fontes de informação para o Brasil são o IBGE e o Ministério da Saúde. Não foram encontrados, nos bancos de dados brasileiros, informações para somente três dos treze indicadores propostos pelos norte-americanos para acompanhar a saúde da sua população idosa: memory impairment, social activity e criminal victimization.

A origem das informações nos dois países está identificada na Tabela 3. Existem dois questionários brasileiros que oferecem a maioria das informações para a população idosa brasileira; são eles: o da PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada em 1998 e 2003 sobre o tema saúde, e do Inquérito domiciliar sobre comportamentos de risco e morbidade referida de doenças e agravos não-transmissíveis, de 2002-2003; ambos podem ser obtidos pela Internet14, 15.

Os dados sobre a saúde das pessoas com 65 e mais de idade, nos Estados Unidos, encontram-se na Tabela 4. A Tabela 5 apresenta indicadores similares de idosos brasileiros com 60 anos e mais de idade. A comparação das duas tabelas revela muitas semelhanças.

 

 

 

 

Discussão

A comparação entre Brasil e Estados Unidos, países com características e condições diferentes, ao contrário do que se esperava, não mostra amplas diferenças nos indicadores de saúde.

Uma das limitações do estudo é a faixa etária contemplada. São dados obtidos de brasileiros com 60 anos e mais de idade e de norte-americanos com 65 anos e mais de idade, por meio de instrumentos diferentes, com interpretação diversa.

A saúde dos idosos vem sendo estudada e divulgada em publicações dos Estados Unidos, há algum tempo, definindo critérios que devem ser obedecidos para a delimitação de um grupo de indicadores de saúde, próprios para a população que envelhece12, 16, 17. Alguns aspectos realçados nessas publicações merecem ser lembrados. O primeiro é de o tema precisar ser amplamente estudado e debatido. Em segundo lugar, é necessário que se faça uma extensa avaliação dos indicadores tradicionais de saúde. Um terceiro tópico é o que propõe critérios para indicadores de saúde de idosos baseados no primeiro e segundo itens. Finalmente, após esses passos, deve surgir uma proposta de indicadores específicos para a população idosa. Antes de realizar a definição do grupo de indicadores para idosos, foram realizadas e feitas publicações sobre o tema nos Estados Unidos. Uma destas publicações constitui um volumoso relatório composto de mais de uma centena de páginas de análises teóricas e propostas metodológicas justificando a criação de indicadores para esta faixa etária17.

Outro aspecto proposto na criação de indicadores para os que envelhecem é sua vinculação com programas que possam monitorar e seguir seu desenvolvimento. Um indicador reflete um aspecto de um grupo de pessoas, propiciando o acompanhamento do que acontece com esse grupo. As condições de vida da população na qual estão sendo feitas as observações tendem a ser reveladas pelo indicador. O informado pelo indicador não pode se constituir apenas em uma simples informação divulgada para conhecimento público. Estratégias estabelecidas em programas governamentais ocorrem paralelamente ao estabelecimento de indicadores de saúde. Os indicadores de saúde para idosos constituem-se em instrumentos relacionados a programas que utilizam suas informações para melhoria do bem-estar do ser humano16.

Avaliar informações implica estudo detalhado das pesquisas que as originaram. O presente trabalho cita os questionários de onde foram retiradas informações. São apresentados instrumentos utilizados nos inquéritos dos Estados Unidos, apontando para temas que podem ser encontrados também nas pesquisas brasileiras.

As informações são obtidas com enfoques e interesses diversos, o que resulta em diferentes interpretações. O sentido do que foi buscado em cada idioma marca a sua forma de interpretação. Um conhecimento claro da terminologia deve anteceder à interpretação do que foi encontrado. A National Health Interview Survey (NHIS), por exemplo, é uma pesquisa aplicada nos Estados Unidos, periódica, com o objetivo de caracterizar a saúde da sua população, em faixas etárias e grupos étnicos variados18. Na proposta da NHIS, apesar da sua amplitude, há limites na amostra, indicando como poderá ser feita sua interpretação. Este mesmo padrão é encontrado em pesquisas brasileiras e de outros países. Considerando a diversidade étnica da composição da população dos Estados Unidos, a NHIS oferece um questionário em inglês, simultaneamente a uma versão em espanhol. Isso homogeneíza a interpretação dos conceitos propostos, de modo que não seja feita por um grupo específico de estudiosos, um único investigador em uma área ou mesmo pelo pesquisador de campo quando aplica a entrevista. Países onde existe mais de uma língua oficial seguem este mesmo modelo, ou seja, oferecem a tradução oficial dos questionários a serem aplicados, evitando com isso interpretações particulares18.

Os dados encontrados neste trabalho resultam de aproximação de conceitos de diversas pesquisas com o objetivo de provocar um debate sobre o conhecimento do envelhecimento da população mundial. A comparação da pesquisa nacional dos Estados Unidos (NHIS), em 1996, com dados brasileiros da PNAD, de 1998, vem sendo efetuada por diversos autores e oferece uma contribuição para a discussão proposta neste trabalho19, 20. O estado de saúde da população norte-americana e da brasileira, nas pesquisas mencionadas, revela que não há comportamento comum entre a morbidade de todas as camadas populacionais. As mulheres se declaram em pior estado de saúde nos dois países e os brasileiros em pior situação que os habitantes dos Estados Unidos19, 20.

O trabalho aqui apresentado contém discussão sobre a comparação de dados, mas não se propõe a fazer tradução da terminologia. Os termos são citados como constam nas suas publicações originais. O que é encontrado, em inglês, pode corresponder exatamente ou não ao que se pesquisa em idosos brasileiros. Ao leitor deste trabalho cabe cautela na interpretação. O que se pretende é levantar questões sobre a origem de um dado, suas particularidades e métodos. A pesquisa em bases de dados foi a forma encontrada para preceder um estudo detalhado de indicadores de saúde para idosos brasileiros.

Os países apresentam variações geográficas, étnicas e socioeconômicas, entre outras, criando expectativas de diferenças marcantes nos indicadores. Não é o que deixa pensar o presente estudo. O que se apresenta nestes resultados preliminares sugere, pelo menos, uma investigação mais detalhada dos dados. Novas pesquisas se impõem a fim de confirmar as semelhanças entre os dados apresentados pelas populações idosas nos dois países. O padrão de indicadores da população idosa brasileira e da norte-americana aponta para uma possível universalidade de comportamento desta camada populacional em países considerados em diferentes estágios de desenvolvimento16, 19, 20. O envelhecimento é universal e pode ser que haja um perfil comum dos idosos do planeta.

É possível encontrar informações brasileiras para acompanhar a população idosa do país? A avaliação de dados sobre a saúde da população idosa existentes no sistema de informações brasileiro mostra que sim. As bases de dados de onde surgem as informações estão disponíveis, como foi revelado. Foi possível inclusive realizar correspondência entre as estatísticas dos Estados Unidos e Brasil, o que permitiu que fossem relacionados dados sobre temas semelhantes das pessoas idosas em ambos os países.

Uma das contribuições desta pesquisa é sugerir a comparação dos dados de idosos brasileiros com os de outros países ampliando o conhecimento sobre o envelhecimento mundial, assim como das características particulares de cada região do planeta onde pessoas nascem, crescem, envelhecem e morrem. Essa comparação pode ser efetivada com pouco investimento, à parte o trabalho dos pesquisadores.

 

Colaboradores

M Rebouças foi responsável pela idéia, delineamento do estudo, coleta de dados, interpretação e redação do texto; SC Galera foi responsável pela revisão de literatura, coleta de dados e equiparação dos questionários; SRM Pereira participou da coleta de dados e interpretação dos resultados e MG Pereira foi orientador do estudo e participou do delineamento da pesquisa, análise, interpretação e redação do artigo.

 

Referências

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Artigo apresentado em 03/03/2006
Aprovado em 02/03/2007
Versão final apresentada em 13/06/2007

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