• A competing risk survival analysis of the sociodemographic factors of COVID-19 in-hospital mortality in Ecuador Article

    Lapo-Talledo, German Josuet; Talledo-Delgado, Jorge Andrés; Fernández-Aballí, Lilian Sosa

    Abstract in Portuguese:

    O objetivo deste estudo foi analisar o efeito de características sociodemográficas sobre a mortalidade intra-hospitalar de pacientes com COVID-19 confirmada no Equador, entre 1º de março e 31 de dezembro de 2020. Este é um estudo longitudinal e retrospectivo desenvolvido com dados extraídos de registros de acesso público declarados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos do Equador (INEC). Os dados foram analisados usando uma abordagem de risco concorrente com estimativas da função de incidência cumulativa (FIC). O efeito das covariáveis sobre as FICs foi estimado pelo modelo de Fine-Gray e os resultados expressos em índices de risco de subdistribuição (IRS) ajustados. A análise incluiu 30.991 casos confirmados da COVID-19 em pacientes com idade média de 56,57±18,53 anos; sendo 60,7% (n = 18.816) do sexo masculino e 39,3% (n = 12.175) do sexo feminino. Os fatores que aumentaram a incidência de óbitos por COVID-19 foram idade avançada, com maior risco para aqueles com 75 anos ou mais (IRS = 17,97; IC95%: 13,08-24,69); ser do sexo masculino (IRS = 1,29; IC95%: 1,22-1,36); residir em áreas rurais (IRS = 1,18; IC95%: 1,10-1,26); e receber atendimento em unidade pública de saúde (IRS = 1,64; IC95%: 1,51-1,78); ao passo que um fator que diminuiu a incidência de óbitos foi residir em altitudes superiores a 2.500 metros acima do nível do mar (IRS = 0,69; IC95%: 0,66-0,73). A maior incidência de óbitos naqueles que residiam em áreas rurais e que receberam atendimento médico do setor público sugere que a renda e a pobreza são fatores importantes no desfecho dessa doença.

    Abstract in Spanish:

    Este estudio tuvo como objetivo analizar el efecto de las características sociodemográficas en la mortalidad intrahospitalaria de los pacientes con COVID-19 confirmado en Ecuador entre el 1 de marzo y el 31 de diciembre de 2020. Se trató de un estudio longitudinal retrospectivo realizado con datos extraídos de registros de acceso público reportados por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INEC) de Ecuador. Los datos se analizaron empleando un enfoque de riesgo competitivo, utilizando estimaciones de la función de incidencia acumulada (FIA). El efecto de las covariables sobre las FIA se estimó mediante el modelo de Fine-Gray, y los resultados se expresaron como cocientes de riesgos de subdistribución (CRS) ajustados. El análisis incluyó 30.991 casos confirmados de COVID-19 con una edad media de 56,57±18,53 años; el 60,7% (n = 18.816) eran hombres y el 39,3% (n = 12.175) mujeres. Los factores que aumentaron la incidencia de muerte por COVID-19 fueron una edad avanzada, con mayor riesgo para los mayores o iguales a 75 años (CRS = 17,97; IC95%: 13,08-24,69); ser hombre (CRS = 1,29; IC95%: 1,22-1,36); residir en zonas rurales (CRS = 1,18; IC95%: 1,10-1,26); y recibir atención en un centro sanitario público (CRS = 1,64; IC95%: 1,51-1,78); mientras que un factor que disminuyó la incidencia de muerte fue residir en altitudes superiores a los 2.500 metros sobre el nivel del mar (CRS = 0,69; IC95%: 0,66-0,73). La mayor incidencia de muerte entre los que residían en zonas rurales y los que recibían atención médica del sector público sugiere que los ingresos y la pobreza son factores importantes en el desenlace final de esta enfermedad.

    Abstract in English:

    This study aimed to analyze the effect of sociodemographic characteristics on COVID-19 in-hospital mortality in Ecuador from March 1 to December 31, 2020. This retrospective longitudinal study was performed with data from publicly accessible registries of the Ecuadorian National Institute of Statistics and Censuses (INEC). Data underwent a competing risk analysis with estimates of the cumulative incidence function (CIF). The effect of covariates on CIFs was estimated using the Fine-Gray model and results were expressed as adjusted subdistribution hazard ratios (SHR). The analysis included 30,991 confirmed COVID-19 patients with a mean age of 56.57±18.53 years; 60.7% (n = 18,816) were men and 39.3% (n = 12,175) were women. Being of advanced age, especially older than or equal to 75 years (SHR = 17.97; 95%CI: 13.08-24.69), being a man (SHR = 1.29; 95%CI: 1.22-1.36), living in rural areas (SHR = 1.18; 95%CI: 1.10-1.26), and receiving care in a public health center (SHR = 1.64; 95%CI: 1.51-1.78) were factors that increased the incidence of death from COVID-19, while living at an elevation higher than 2,500 meters above sea level (SHR = 0.69; 95%CI: 0.66-0.73) decreased this incidence. Since the incidence of death for individuals living in rural areas and who received medical care from the public sector was higher, income and poverty are important factors in the final outcome of this disease.
  • Social inequalities in the temporal trend of mortality from sickle cell disease in Brazil, 1996-2019 Article

    Cordovil, Karen; Tassinari, Wagner; Oliveira, Raquel de Vasconcellos Carvalhaes de; Hökerberg, Yara

    Abstract in Portuguese:

    Ao contrário dos estudos internacionais, houve um aumento da taxa de mortalidade por doença falciforme no Brasil após a implantação do programa de triagem neonatal, provavelmente devido à melhoria do acesso ao diagnóstico. O objetivo deste estudo foi avaliar as diferenças na tendência temporal da taxa de mortalidade por doença falciforme e idade mediana ao morrer no Brasil, considerando as medidas implementadas para ampliar o diagnóstico e melhorar o acesso à saúde no país e no cenário internacional. As séries temporais foram extraídas do Sistema de Informação sobre Mortalidade de 1996 a 2019. Mudanças na magnitude da taxa de mortalidade e na idade mediana ao morrer foram verificadas via modelos de regressão segmentada, estratificados por sexo, região de residência e idade. A maioria dos óbitos ocorreu entre jovens, pretos ou pardos, e habitantes das regiões Sudeste e Nordeste. Houve um aumento da taxa de mortalidade por doença falciforme até 2010 (13,31%; IC95%: 6,37; 20,70), especialmente em indivíduos com 30 anos ou mais (12,78%; IC95%: 2,98; 23,53) e habitantes do Nordeste (12,27%; IC95%: 8,92; 15,72). A maioria dos óbitos ocorreu durante a segunda década de vida (3,01 óbitos/milhão), com um aumento de 59% na idade mediana ao morrer no Brasil (de 27,6 para 30,3 anos), mais acentuada entre mulheres e na Região Norte. O aumento observado na sobrevivência da doença falciforme no Brasil ainda é muito menor do que em países desenvolvidos e com disparidades regionais, provavelmente pela falta de acesso aos serviços de saúde e aos tratamentos recentes, como a hidroxiureia, que ainda é restrita aos centros de referência hematológicos das capitais brasileiras.

    Abstract in Spanish:

    A diferencia de los estudios internacionales, en Brasil se produjo un aumento de la tasa de mortalidad por enfermedad de células falciformes tras la implantación del programa de tamizaje neonatal, probablemente debido a la mejora del acceso al diagnóstico. El objetivo del estudio es determinar las diferencias en la tendencia temporal de la tasa de mortalidad y la edad media de muerte por enfermedad de células falciformes en Brasil, teniendo en cuenta las medidas implementadas para ampliar el diagnóstico y mejorar el acceso a la atención sanitaria en el país y en el escenario internacional. Las series temporales fueron extraídas del Sistema de Información sobre de Mortalidad de 1996 a 2019. Los cambios en la magnitud de la tasa de mortalidad y la edad media de la muerte se identificaron con modelos de regresión segmentados, estratificados por sexo, región de residencia y edad. La mayoría de las muertes ocurrieron en personas de color, adultos jóvenes y los habitantes del sureste y noreste. Hubo un aumento de la tasa de mortalidad por enfermedad de células falciformes hasta 2010 (13,31%; IC95%: 6,37; 20,70), sobre todo en individuos de 30 años o más (12,78%; IC95%: 2,98; 23,53) y en el Noreste (12,27%; IC95%: 8,92; 15,72). La mayoría de las muertes ocurrió en la segunda década de la vida (3,01 muertes/millón), con un aumento del 59% en la edad media de muerte en Brasil, de 27,6 a 30,3 años, más pronunciado en las mujeres y en el Norte. La ganancia observada en la supervivencia de la enfermedad de células falciformes en Brasil es todavía muy inferior a la de los países desarrollados y con disparidades regionales, probablemente debido a la falta de acceso a la asistencia sanitaria y a los tratamientos recientes, como la hidroxiurea, todavía restringidos a los centros de referencia hematológica de las capitales brasileñas.

    Abstract in English:

    Contrary to international trends, the mortality rate of sickle cell disease increased in Brazil after the implementation of the neonatal screening program, probably due to improving access to diagnosis. This study aimed to assess differences in the temporal trend of the mortality rate and median age at death from sickle cell disease in Brazil, considering implemented measures to expand diagnosis, and improve health care access in-country and in the international scenario. Time series were extracted from the Brazilian Mortality Information System from 1996 to 2019. Changes in the mortality rate and median age at death were verified via segmented regression models, which were stratified by sex, region of residence, and age. Most deaths occurred in non-white people, young adults, and the Southeast and Northeast population. Sickle cell disease mortality rate increased until 2010 (13.31%; 95%CI: 6.37; 20.70), particularly in individuals aged 30 years or more (12.78%; 95%CI: 2.98; 23.53) and in the Northeast (12.27%; 95%CI: 8.92; 15.72). Most deaths occurred in the second decade of life (3.01 deaths/million), with a 59% increase in the median age of death in Brazil, from 27.6 to 30.3 years, more pronounced in females and the North Region. The observed gain in the survival of sickle cell disease in Brazil is still much lower than in developed countries and presents regional disparities, probably due to the lack of access to health care and recent treatments, such as hydroxyurea, still restricted to hematological referral centers in Brazilian capitals.
  • Inequalities in child immunization coverage: potential lessons from the Guinea-Bissau case Article

    Lerm, Beatriz Raffi; Silva, Yanick; Cata-Preta, Bianca O.; Giugliani, Camila

    Abstract in Portuguese:

    A imunização é uma das principais intervenções responsáveis pelo declínio da mortalidade de crianças menores de cinco anos. Este estudo teve como objetivo explorar as tendências da cobertura vacinal total e as desigualdades relacionadas a riqueza, área de residência, regiões subnacionais e educação materna na Guiné-Bissau. Foram analisados dados do Inquérito de Indicadores Múltiplos (MICS) da Guiné-Bissau de 2006, 2014 e 2018. O índice absoluto de desigualdade (SII) foi calculado por meio de regressão logística para quintis de riqueza e escolaridade materna como medida de desigualdade absoluta. Um modelo de regressão linear foi ajustado com mínimos quadrados ponderados pela variância para estimar a variação anual dos indicadores de imunização em nível nacional e para os extremos de riqueza, educação materna e áreas urbano-rurais. Houve um aumento de 1,8p.p./ano (IC95%: 1,3; 2,3) na cobertura vacinal total ao longo do período estudado. Crianças mais pobres e nascidas de mães sem educação formal foram os grupos mais desfavorecidos. Ao longo dos anos, a desigualdade de riqueza diminuiu e as discrepâncias urbano-rurais foram praticamente extintas. Em contrapartida, não houve mudança no padrão de desigualdade de acordo com a escolaridade materna, prevalecendo a maior cobertura entre crianças nascidas de mulheres mais escolarizadas. Este estudo mostra a persistente baixa cobertura vacinal e as desigualdades relacionadas na Guiné-Bissau, principalmente considerando a educação materna. Estes resultados reforçam a necessidade de adotar a equidade como princípio fundamental no desenvolvimento de políticas de saúde pública para reduzir adequadamente as lacunas na imunização e não deixar ninguém para trás na Guiné-Bissau e além.

    Abstract in Spanish:

    La inmunización es una de las principales intervenciones responsables de la disminución de la mortalidad de niños menores de cinco años. Este estudio tuvo como objetivo explorar las tendencias en la cobertura total de inmunización y las desigualdades relacionadas con la riqueza, el área de domicilio, las regiones subnacionales y la educación materna en Guinea-Bissau. Se analizaron datos de la Encuesta de Indicadores Múltiples (MICS) de Guinea-Bissau de 2006, 2014 y 2018. El índice absoluto de desigualdad (SII) se calculó mediante regresión logística para quintiles de riqueza y educación materna como medida de desigualdad absoluta. Se ajustó un modelo de regresión lineal con mínimos cuadrados ponderados por varianza para estimar la variación anual de los indicadores de inmunización a nivel nacional y para los extremos de riqueza, educación materna y áreas urbano-rurales. Hubo un aumento de 1,8p.p./año (IC95%: 1,3; 2,3) en la cobertura total de inmunización durante el período de estudio. Los niños más pobres y los nacidos de madres sin educación formal componían los grupos más desfavorecidos. A lo largo de los años, hubo una reducción de la desigualdad de riqueza, y las discrepancias urbano-rurales casi desaparecieron. Por otro lado, no hubo cambio en el nivel de desigualdad según la educación materna, y prevaleció una mayor cobertura entre los hijos de mujeres con mayor nivel de educación. Este estudio muestra la persistente baja cobertura de vacunación y las desigualdades asociadas en Guinea-Bissau, principalmente con relación a la educación materna. Los resultados apuntan la necesidad de adoptar la equidad como un principio fundamental en el desarrollo de políticas de salud pública para reducir las brechas de inmunización y no dejar a nadie atrás ni adelante en Guinea-Bissau.

    Abstract in English:

    Immunization is one of the main interventions responsible for the decline in under-5 mortality. This study aimed to assess full immunization coverage trends and related inequalities, according to wealth, area of residence, subnational regions, and maternal schooling level in Guinea-Bissau. Data from the 2006, 2014, and 2018 Guinea-Bissau Multiple Indicator Cluster Surveys (MICS) were analyzed. The slope index of inequality (SII) was estimated by logistic regression for wealth quintiles and maternal schooling level as a measure of absolute inequality. A linear regression model with variance-weighted least squares was used to estimate the annual change of immunization indicators at the national level and for the extremes of wealth, maternal schooling level, and urban-rural areas. Full immunization coverage increased by 1.8p.p./year (95%CI: 1.3; 2.3) over the studied period. Poorer children and children born to uneducated mothers were the most disadvantaged groups. Over the years, wealth inequality decreased and urban-rural inequalities were practically extinguished. In contrast, inequality of maternal schooling level remained unchanged, thus, the highest immunization coverage was among children born to the most educated women. This study shows persistent low immunization coverage and related inequalities in Guinea-Bissau, especially according to maternal schooling level. These findings reinforce the need to adopt equity as a main principle in the development of public health policies to appropriately reduce gaps in immunization and truly leave no one behind in Guinea-Bissau and beyond.
  • Household food insecurity before and during COVID-19 pandemic and its association with perceived stress: population-based studies Article

    Meller, Fernanda de Oliveira; Santos, Leonardo Pozza dos; Vargas, Bianca Languer; Quadra, Micaela Rabelo; Martins, Carla Damasio; Schäfer, Antônio Augusto

    Abstract in Portuguese:

    A pandemia da COVID-19 favoreceu a tendência crescente de insegurança alimentar observada nos últimos anos, causando consequências na saúde mental, como o estresse. Nosso objetivo foi analisar a prevalência de insegurança alimentar domiciliar antes e durante a pandemia da COVID-19 e a sua associação com o estresse percebido. Analisamos dados de dois estudos de base populacional conduzidos em 2019 e 2020 a 2021 com adultos em Criciúma, Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil. A insegurança alimentar e o estresse percebido foram avaliados usando a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar e da Escala de Estresse Percebido. As covariáveis foram sexo, idade, raça, escolaridade, renda, situação profissional, estado civil, aglomeração domiciliar, excesso de peso e qualidade da dieta. Associações brutas e ajustadas entre insegurança alimentar e estresse percebido foram avaliadas usando a regressão de Poisson. Foram avaliados 1.683 indivíduos. A prevalência de insegurança alimentar foi de 25,8% em 2019, diminuindo para 21,6% em 2020. A prevalência de estresse percebido foi de aproximadamente 38% nos dois anos. Antes da pandemia, a insegurança alimentar aumentava a prevalência de estresse percebido em 29% (RP = 1,29; IC95%: 1,02; 1,63), mas nenhuma associação foi encontrada durante a pandemia da COVID-19. Identificamos uma prevalência preocupante de insegurança alimentar antes e depois da pandemia, no entanto, a insegurança alimentar e o estresse percebido foram associados apenas em 2019. Uma avaliação desses aspectos após a pandemia da COVID-19 é necessária para garantir direitos básicos de vida para todos.

    Abstract in Spanish:

    La creciente tendencia a la inseguridad alimentaria observada en los últimos años se ha visto favorecida por la pandemia de COVID-19, provocando consecuencias en la salud mental, tales como el estrés. Nuestro objetivo fue analizar la prevalencia de inseguridad alimentaria en el hogar antes y durante la pandemia de COVID-19 y su asociación con el estrés percibido. Analizamos datos de dos estudios poblacionales realizados en 2019 y 2020-2021 con adultos en Criciúma, Santa Catarina, Sur de Brasil. La inseguridad alimentaria y el estrés percibido se evaluaron con la Escala Brasileña de Inseguridad Alimentaria y la Escala de Estrés Percibido. Las covariables fueron sexo, edad, color de piel, escolaridad, ingresos, situación laboral, estado civil, hacinamiento en el hogar, sobrepeso y calidad de la dieta. Las asociaciones crudas y ajustadas entre la inseguridad alimentaria y el estrés percibido se evaluaron mediante regresión de Poisson. Se evaluó a un total de 1.683 personas. La prevalencia de la inseguridad alimentaria fue del 25,8% en 2019, disminuyendo al 21,6% en 2020. La prevalencia del estrés percibido fue de alrededor del 38% en ambos años. Antes de la pandemia, la inseguridad alimentaria aumentaba la prevalencia del estrés percibido en un 29% (RP = 1,29; IC95%: 1,02; 1,63), pero no se encontró ninguna asociación con COVID-19. Encontramos una prevalencia preocupante de inseguridad alimentaria antes y después de la pandemia, aunque la inseguridad alimentaria y el estrés percibido solo se asociaron en 2019. Es necesaria una evaluación de estos aspectos después del COVID-19 para garantizar los derechos básicos vitales para todos.

    Abstract in English:

    The growing prevalence of food insecurity observed in the last years, has been favored by the COVID-19 pandemic, leading to mental health issues, such as stress. We aim to analyze the prevalence of household food insecurity before and during the COVID-19 pandemic and its association with perceived stress. We analyzed data from two population-based studies conducted in 2019 and 2020-2021 in the municipality of Criciúma, State of Santa Catarina, Southern Brazil. Food insecurity and perceived stress were assessed with the Brazilian Food Insecurity Scale and the Perceived Stress Scale. The covariables were sex, age, skin color, schooling level, income, job status, marital status, household crowding, overweight, and diet quality. Crude and adjusted associations between food insecurity and perceived stress were assessed using Poisson regression. A total of 1,683 adult individuals were assessed. Prevalence of food insecurity was 25.8% in 2019, decreasing to 21.6% in 2020. Prevalence of perceived stress was about 38% for both years. Before the pandemic, food insecurity increased the prevalence of perceived stress by 29% (PR = 1.29; 95%CI: 1.02; 1.63), but no association was found during COVID-19. We found a worrying prevalence of food insecurity before and after de pandemic, nonetheless food insecurity and perceived stress were associated only in 2019. An assessment of these aspects after COVID-19 is needed to ensure basic life rights for all.
Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Rio de Janeiro - RJ - Brazil
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